quinta-feira, 21 de março de 2013

Indiferença Por...

Indiferença Por : Janna Teixeira Quantas voltas deram os ponteiros desse relógio Quanto tempo tivemos para ser um só coração Quantas foram as manhãs em que o sol nos aqueceu Tantas foram as noites de lua que sob meu olhar, saciada você feliz adormeceu. Quantos lugares enchemos com nossa alegria Quantas pessoas contagiamos por nossa paixão Quantas palavras sussurramos ao ouvido do outro Tantas foram e tão inebriantes, que faladas viraram, música e escritas, poesia. Quantas discussões incoerentes tivemos sem pensar Quantas ofensas e gestos impensados, saíram de nós sem nenhum assim intencionar Tantas foram as formas encontradas por mim para nas brigas você me perdoar Mas o tempo nos debilitou E sem avisar ao nosso coração corroeu Os sorrisos foram guardados As palavras em gritos transformados O silêncio vestiu nossos corpos O brilho que temos nos olhos não é mais de amor Hoje atônita sigo ao teu lado, sem ao menos te alcançar Teu toque, é de um qualquer que não veio para emocionar Qual foi o momento que meu amor perdeu-se de você? Para onde seguiram as promessas de toda uma vida? Que palavra é esta chamada INDIFERENÇA, que tomou nossos sentidos, apagou nossos desejos, calou nossa voz, que dos sonhos trouxe pesadelos, que da presença descamba a aversão, que do amor eflui a dor... INDIFERENÇA... Que à minha vida trouxe desânimo, ao meu amor o desprezo, à nossa pele impassibilidade, aos nossos corações o desamor...
Sem sonhos, a vida é uma manhã sem orvalhos, um céu sem estrelas, um oceano sem ondas, uma vida sem aventura, uma existência sem sentido.
Quem sabe assim por acaso Eu me encontre em seus braços Me perca em seus lábios Como uma doce canção... Quem sabe o acaso Das risadas tolas Das lagrimas amargas Esconda em nossa alma A ternura de amar... Quem sabe o acaso Das noites sozinhas De pensamentos distantes Por horas tão longe lhe trouxesse Para perto de mim... Quem sabe o acaso Dos delirantes sonhos De desejos ocultos De dimensões confusas Por entre a lua Me sinta toda nua Tão sua... Tão sua... Quem sabe o acaso Dos banhos de chuvas De gotas tão puras De beijos molhados Não seja um recado Camuflado banhado de amor... Quem sabe o acaso Dos amores perdidos De todas as brigas De muitas partidas De lembranças amargas Não seja a vida Nos ensinando a amar... Quem sabe o acaso De todo descaso Não seja a forma Em todas as formar de sentir o amor Que por acaso, Deixou de ser caso Desde o dia em que você chegou Que não mais por acaso para sempre ficou...
Doce beija -flor Por que me canta Passarinho Canta-me Encanta-me Canto doce Canta livre feliz Hora lá Hora cá Livre Livre Nesse bailar sedutor Sempre a me cantar Encanta me A me alegrar A me Fascinar A me namorar... Um ótimo fim de semana ! ====================== Saber esperar é ótimo, mas a paciência se torna uma arte quando esta se encontra no ato de correr atrás.

Quem tentar possuir uma flor, verá sua beleza murchando. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. Você nunca será minha e por isso terei você para sempre. Paulo Coelho

Postado por : ♡★ Eliza Lourenço ♡★ Que Chuvas de Bênçãos sejam derramadas abundantemente sobre ti e tua Casa. Que a Unção de Deus seja como um bálsamo a envolver tua vida e te Ungir Completamente pela Glória de Deus. Que Deus faça prosperar tudo aquilo que vier até tuas mãos. Que Todas as Promessas de Deus sejam uma Coroa de Vitória e Vida pra você como Prova da Fidelidade de Deus. Adoro você!